Perguntas frequentes relativas à iniciativa OpenCDN

Sim! A operação do OpenCDN começou em junho de 2018 com um piloto na cidade de Salvador, BA. Se você é uma CDN e deseja participar, entre em contato conosco! Se você é um ISP ou outro tipo de AS participante do IX.br Salvador, preencha o formulário de adesão e participe

Atualmente na cidade de Salvador, na Bahia. No futuro, o OpenCDN poderá operar em todas as localidades onde existem Pontos de Troca de Tráfego do IX.br. Atualmente, eles estão presentes em:: Aracaju/SE, Belém/PA, Belo Horizonte/MG, Brasília/DF, Campina Grande/PB, Campinas/SP, Cuiabá/MT, Caxias do Sul/RS, Curitiba/PR, Florianópolis/SC, Fortaleza/CE, Foz do Iguaçu/PR, Goiânia/GO, João Pessoa/PB, Lajeado/RS, Londrina/PR, Maceió/AL, Manaus/AM, Maringa/PR, Natal/RN, Porto Alegre/RS, Recife/PE, Rio de Janeiro/RJ, Salvador/BA, Santa Maria/RS, São José dos Campos/SP, São José do Rio Preto/SP, São Luis/MA, Teresina/PI e Vitória/ES. A implantação nas demais localidades será progressiva e dependerá do sucesso da iniciativa em Salvador.

Não podemos divulgar essa informação neste site para não violar cláusulas de confidencialidade em acordos com as CDNs. Entre em contato por e-mail ou preencha o formulário de adesão (caso queira participar) e informaremos.

Não. Atualmente, todos os custos do IX.br são pagos pelo NIC.br e pelo CGI.br, com recursos oriundos do registro de domínio “.br” (com exceção do IX.br São Paulo, SP, onde os participantes também contribuem financeiramente). Embora o NIC.br contribua também com recursos para o OpenCDN, as despesas são divididas entre as CDNs, ISPs e outros Sistemas Autônomos (ASs) participantes.

Como a iniciativa OpenCDN é sem fins de lucro e seus custos são divididos entre todos os participantes, eles são muito baixos para cada um.

No lançamento do OpenCDN, em Salvador, contudo, há um período de gratuidade, do mês de junho até o mês de agosto de 2018, para facilitar a adesão do maior número de participantes possível, de forma a viabilizar a operação subsequente com custos extremamente baixos. Os valores praticados serão calculados e divulgados no mês anterior ao início da cobrança.

O OpenCDN é aberto para a participação de todas as CDNs, tanto para as dos próprios provedores de conteúdo como para as que oferecem o serviço comercialmente para outras companhias. Entretanto, os recursos disponíveis são limitados. Podem ser impostas restrições à participação baseadas no consumo de recursos (como espaço em rack e energia), conforme a disponibilidade dos mesmos.

A CDN deve instalar seus servidores de cache na infraestrutura fornecida, configurando-os de tal forma que os ISPs e outros ASs locais possam ter acesso ao conteúdo através do Sistema Autônomo do OpenCDN. Há uma contribuição financeira correspondente ao uso de recursos do datacenter (espaço em rack e energia).

Sim, contanto que o ISP seja um Sistema Autônomo (AS), participante Ponto de Troca de Tráfego Internet do IX.br da localidade. Será criada uma VLAN bilateral entre o AS do OpenCDN e o do participante, no IX.br, e utilizando essa VLAN ambos fecharão uma sessão BGP bilateral. O provedor contribuirá financeiramente com base na banda solicitada.

Não! O OpenCDN é uma iniciativa de compartilhamento de infraestrutura para facilitar o acesso das CDNs aos participantes do IX.br local, e o acesso desses participantes ao conteúdo das CDNs.

Os recursos disponíveis para as CDNs são:

  • espaço em rack e demais recursos em data center adequado à hospedagem dos servidores;
  • ligação ao IX.br de São Paulo, através do Sistema Autônomo (AS) do OpenCDN, para alimentar os caches;
  • trânsito Internet, através do AS do OpenCDN, para alimentar os caches;
  • espaço de endereçamento IP suficiente, do Sistema Autônomo do OpenCDN, se necessário;
  • ligação ao Ponto de Troca de Tráfego Internet do IX.br da localidade, do qual participam ISPs e outros ASs locais, para que as CDNs possam distribuir seu conteúdo localmente.

O OpenCDN oferece aos ISPs a possibilidade de obter o conteúdo das maiores CDNs no Ponto de Troca de Tráfego Internet do IX.br da localidade, disponibilizando conectividade até as CDNs participantes, através do Sistema Autônomo do OpenCDN.

Os ISPs e demais ASs participantes serão cobrados com base na banda solicitada. Quando maior a banda, maior será sua participação na divisão das despesas.

No lançamento do OpenCDN, em Salvador, há um período de gratuidade, do mês de junho até o mês de agosto de 2018, para facilitar a adesão do maior número de participantes possível, de forma a viabilizar a operação subsequente com custos extremamente baixos. Os valores praticados serão calculados e divulgados no mês anterior ao início da cobrança.

Temos cerca de 6.000 Sistemas Autônomos no Brasil, e aproximadamente 87% são ISPs. Atualmente, apenas 6 (seis) ISPs detém cerca de 70% dos usuários da Internet. É um mercado concentrado. Entretanto, 30% ainda representa um número grande de usuários. É muito importante alcançá-los e o OpenCDN pode ajudar as CDNs nessa tarefa.

Sim. O OpenCDN oferece uma infraestrutura compartilhada para os servidores de cache, o que é mais econômico do que hospedar estes servidores dentro da rede do ISP. Junto com isso, o OpenCDN utiliza uma arquitetura distribuída, ou seja, grandes ISPs podem trocar tráfego com o OpenCDN em várias localidades, obtendo o conteúdo mais próximo dos seus clientes.

A rede do OpenCDN está conectada diretamente ao Ponto de Troca de Tráfego Internet do IX.br de São Paulo. É preferível alimentar os caches da CDN na infraestrutura do OpenCDN através do AS da própria CDN no IX.br de São Paulo, caso isso seja possível. Contudo, o AS do OpenCDN também oferece trânsito Internet para alimentar os servidores de caches, como alternativa.

O OpenCDN é operado pelo NIC.br, uma organização neutra e sem fins lucrativos.

O OpenCDN não será legalmente constituído como uma entidade separada do NIC.br. O OpenCDN é uma iniciativa do NIC.br.

O Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR - NIC.br foi criado para implementar as decisões e os projetos do Comitê Gestor da Internet no Brasil - CGI.br, que é o responsável por coordenar e integrar as iniciativas e serviços da Internet no País.

O NIC.br é considerado o braço executivo do CGI.br. Dentre suas atribuições estão:

- o registro e manutenção dos nomes de domínios que usam o <.br> , e a distribuição de números de Sistema Autônomo (ASN) e endereços IPv4 e IPv6 no País, por meio do Registro.br;
- o tratamento e resposta a incidentes de segurança em computadores envolvendo redes conectadas à Internet no Brasil, atividades do CERT.br;
- projetos que apoiem ou aperfeiçoem a infraestrutura de redes no País, como a interconexão direta entre redes (IX.br) e a distribuição da Hora Legal brasileira (NTP.br). Esses projetos estão a cargo do Ceptro.br;
- a produção e divulgação de indicadores, estatísticas e informações estratégicas sobre o desenvolvimento da Internet no Brasil, sob responsabilidade do CETIC.br;
- promover estudos e recomendar procedimentos, normas e padrões técnicos e operacionais, para a segurança das redes e serviços de Internet, bem assim para a sua crescente e adequada utilização pela sociedade, viabilizar a participação da comunidade brasileira no desenvolvimento global da Web, atividade desenvolvida pelo Ceweb.br; e
- prover o suporte técnico e operacional ao LACNIC, Registro de Endereços da Internet para a América Latina e Caribe;
hospedar o Escritório brasileiro do W3C, que tem como principal atribuição desenvolver padrões para Web.

O Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) foi criado pela Portaria Interministerial nº 147 de 31 de Maio de 1995, sendo alterada pelo Decreto Presidencial nº 4.829 de 3 de Setembro de 2003, com o propósito de coordenar e integrar todas as iniciativas de serviços de Internet no Brasil, assim como promover a qualidade técnica, inovação e a disseminação dos serviços disponíveis.

O CGI.br é composto por membros do governo, do setor empresarial, do terceiro setor e da academia, constituindo-se em um modelo de governança da Internet único para a participação da sociedade em decisões envolvendo a implementação, gerenciamento e uso da rede. Baseado nos princípios do multilateralismo, transparência e democracia, desde Julho de 2004 o CGI.br tem eleito democraticamente representantes da sociedade civil para participar das discussões e debater prioridades para a Internet juntamente com o governo.

O IX.br (anteriormente denominado PTT.br ou PTTmetro), é a iniciativa do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br) para a implantação de Pontos de Troca de Tráfego Internet no Brasil.

O IX.br começou a operar em 2004 e tem mais de 30 Pontos de Troca de Tráfego Internet instalados nas 5 regiões administrativas do país, com milhares de participantes.

A iniciativa é suportada pelos recursos oriundos do registro dos domínios “.br” e é operada pelo NIC.br.